Deixemos a Avareza

Deixemos a Avareza

Deixemos a avareza

"Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males, e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores". I Tim. 6:10

Deixemos a avareza

"Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males, e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores". I Tim. 6:10 A Avareza é o apego excessivo ao dinheiro, porém esse conceito fica mais amplo e se refere a qualquer relação doentia com o dinheiro. Temos que admitir que a riqueza não é sinônimo de felicidade e nem a pobreza de infelicidade. Pior do que ser pobre é ser rico sem estar preparado para isso. A riqueza pode se tornar um grave problema se não for administrada nos princípios bíblicos. Nós já sabemos que o dinheiro não traz felicidade, mas nós não vivemos só de felicidade. Não pagamos a conta de luz com felicidade, nem o aluguel com um sorriso. O dinheiro tem o seu lugar de destaque em nossa vida e ele é essencial para resolver problemas práticos do cotidiano. O dinheiro impressiona, traz vantagens, arranja casamentos e até aponta soluções, mas isso não é tudo. Se o dinheiro fosse capaz de garantir todos os benefícios que as pessoas precisam para ser felizes e realizadas, não veríamos tantos ricos infelizes e deprimidos. O dinheiro compra remédios e não saúde O dinheiro compra uma casa, não um lar É legítimo o desejo de crescer, de melhorar de vida. Quem paga aluguel, quer casa própria. Quem anda de bicicleta, quer uma moto Quem anda a pé, quer um carro. Isso não é pecado. A bíblia nos ensina, a não amarmos o dinheiro. Podemos tê-lo até muito, mas não podemos amá-lo. o dinheiro é um bom escravo, mas é um péssimo senhor. (Mateus 6:24-27, Lucas 16:14). "Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em DEUS , que abundantemente nos dá todas as coisa para gozarmos. Que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente e sejam comunicáveis. (I Tim.6: 17,18).

Pra Leila Cêa