FELIZ DIA DO TRABALHADOR

FELIZ DIA DO TRABALHADOR

“As mãos diligentes governarão, mas os preguiçosos acabarão escravos” (Pv.12:24).
A necessidade do trabalho é mais uma dádiva de Deus concedida ao homem, sendo impressa pelo próprio Deus: o desejo de trabalhar é inerente ao ser humano, todas as pessoas precisam produzir, criar, movimentar-se; decerto, o trabalho faz parte do caráter humano, porque antes faz parte do caráter divino.
Já lá no Éden, a Escritura (Gn.1:28b) nos narra o homem sendo comissionado ao labor pelo próprio Deus, que lhe ordena que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais e sobre todos os répteis – ou seja, o homem foi estabelecido para ser o síndico do Jardim do Éden, cuidaria daquilo que era de Deus.
O salário do homem seria o produto daquele seu trabalho para o qual o próprio Deus o comissionara: “Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento” (Gn.1:29).
Caim e Abel trabalharam, pois ofertaram ao Senhor do fruto do seu trabalho (Gn.4:3-4a); Deus convidou Noé para participar de um inédito projeto de preservação da humanidade, que foi a arquitetura e confecção da arca do dilúvio, e na seleção dos animais que ficariam abrigados na arca – Noé trabalhou lado a lado com Deus (Gn.6:11-22).
Abraão trabalhou (e muito!), e transmitiu essa herança da consciência da necessidade do trabalho a todos os seus descendentes, que sempre trabalharam muito.
No próprio deserto, havia trabalho e cooperação dos israelitas, e uma das provas disto foi o esmero na confecção do tabernáculo, com todos os seus mínimos detalhes; durante a conquista da terra prometida, cada israelita empenhou-se ao máximo, e na manutenção da terra conquistada, vemos a atividade de cada tribo em seu quinhão de terra.
Homens habilitavam-se à guerra, mulheres conservavam suas casas, e, se necessário, saíam ao comércio para vender a produção de azeite divinamente multiplicados, púrpura e afins.
Reis trabalhavam nas conquistas nacionais, especializavam-se na arte da guerra para defenderem sua nação; sacerdotes e profetas trabalhavam em seus ofícios de transmissão e intercessão; levitas trabalhavam na exclusividade do serviço a Deus.
O próprio Jesus, o Emanuel, tão presente, tão humano em seu tempo, além do ministério, exerceu o ofício da carpintaria, profissão herdada do pai terreno.
Os discípulos chamados à Causa Santa, no geral, estavam em suas ocupações quotidianas; Paulo, o Evangelista, também tecia suas tendas, que contribuíam com o seu sustento enquanto vivia a plenitude do seu Chamado.
Sim, o trabalho é bendito, é algo divino, no sentido de que vem de Deus, foi criado por Deus, e vivenciado pelo próprio Deus, que criou o mundo e tudo quanto nele há, e até hoje o mantém, dia após dia, em toda a sua complexidade.
Obviamente, ao longo da existência humana, o diabo vem tentando perverter o conceito do trabalho, sugestionando que esse escraviza, é insuportável e odioso. Lá no Egito, encontramos o povo de Deus sendo transformados em escravos, realizando uma atividade imposta, sob rancor, lançando palavras amaldiçoadoras e violentas, sem remuneração digna, numa total inversão do propósito do nosso Deus, que é o primeiro Obreiro, pois trabalha desde o Sempre.
Até hoje, o trabalho é sinônimo pejorativo, é motivo de piadas, de chacota; trabalhadores são expostos a ridículos, a vulnerabilidade, a indignidade, como se fosse algo aviltante; a segunda-feira tem sido um dia maldito pra muitas pessoas, que não entendem que todos os dias são estabelecidos pelo Senhor, e somos convidados pelo Salmista a vivermos a alegria e o regozijo de cada um na sua potencialidade (Sl.118:24), e o trabalho está no contexto do dia.
Nossas conquistas devem ser produto de nosso trabalho, de nosso investimento pessoal, de nossa concentração, do nosso coração aplicado. No Livro de Provérbios 22:29, o rei Salomão leva-nos a uma profunda reflexão sobre o resultado do trabalho: “Você vê um homem aplicado naquilo que faz? Entre os reis será colocado, e não entre a plebe”. Aristóteles, o grande filósofo entende a reflexão de Salomão ao afirmar: “O prazer no trabalho aperfeiçoa a obra”.
O Reino de Deus precisa de pessoas íntegras que (também) expressarão sua gratidão e adoração em suas múltiplas atividades profissionais para a glória de Deus: são os profissionais que glorificarão o Nome de Jesus ao construírem um edifício ou estrada; ao dirigirem um meio de transporte, nos seus comércios, nas suas cozinhas, nos seus plantões médicos, nos seus tribunais, etc.
São advogados, farmacêuticos, enfermeiros, metalúrgicos, lavradores, políticos (honestos), professores, mecânicos, ascensoristas, serventes, jornalistas, recepcionistas, gente de todas as profissões e culturas, disponíveis ao Reino em suas atividades.
São pessoas que buscam seus ideais, outros que usufruem de anos de investimento; gente que acorda cedo, pega condução, enfrenta trânsito, carrega “marmita” para economizar o “vale-refeição”, mas dão a sua contribuição a uma nação sempre tão em crise como o nosso Brasil – isso é contribuição para o Reino, quando propagam a esperança.
Gente que, em certos momentos, até exerce atividade naquilo que não sonhou, mas que faz do momento um degrau para alcançar o seu “topo”, e por tal motivo são pessoas tão aplicadas – reconhecem que esse é o melhor caminho para “chegar lá”, entendendo que “tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças” (Ec.9:10) é a receita do sucesso, mesmo quando se faz o que não se projetou/sonhou fazer.
O Reino de Deus precisa de bons profissionais para que possam reproduzir dentre os do próprio Reino a motivação e a transmissão dos seus aprendizados. Exemplifico: marceneiros que abrirão suas oficinas para treinar jovens aprendizes que o desejem “para a glória de Deus”. Assim também o farão mecânicos e metalúrgicos. Serão professores que, ainda que informalmente, oferecerão aulas de reforço nas suas disciplinas para alunos que precisem de ajuda… enfim, falo de trabalhadores que entendem a importância de suas profissões para a sociedade e sonharão em formar outros profissionais, por amor.
Este dia 1º de Maio é um dia de comemoração para todos os trabalhadores em todo o mundo. Nesta oportunidade, aproveito para honrar e motivar a todos os trabalhadores amigos do face, aos trabalhadores brasileiros e de forma muito especial, aos trabalhadores da nossa querida igreja, PIB TRINDADE, rogando ao nosso Deus que os faça prosperar em seus caminhos, em suas atividades e em tudo quanto venham a fazer para a glória de Deus, sempre.

 
“As mãos diligentes governarão, mas os preguiçosos acabarão escravos” (Pv.12:24).
A necessidade do trabalho é mais uma dádiva de Deus concedida ao homem, sendo impressa pelo próprio Deus: o desejo de trabalhar é inerente ao ser humano, todas as pessoas precisam produzir, criar, movimentar-se; decerto, o trabalho faz parte do caráter humano, porque antes faz parte do caráter divino.
Já lá no Éden, a Escritura (Gn.1:28b) nos narra o homem sendo comissionado ao labor pelo próprio Deus, que lhe ordena que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais e sobre todos os répteis – ou seja, o homem foi estabelecido para ser o síndico do Jardim do Éden, cuidaria daquilo que era de Deus. 
O salário do homem seria o produto daquele seu trabalho para o qual o próprio Deus o comissionara: “Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento” (Gn.1:29). 
Caim e Abel trabalharam, pois ofertaram ao Senhor do fruto do seu trabalho (Gn.4:3-4a); Deus convidou Noé para participar de um inédito projeto de preservação da humanidade, que foi a arquitetura e confecção da arca do dilúvio, e na seleção dos animais que ficariam abrigados na arca – Noé trabalhou lado a lado com Deus (Gn.6:11-22). 
Abraão trabalhou (e muito!), e transmitiu essa herança da consciência da necessidade do trabalho a todos os seus descendentes, que sempre trabalharam muito. 
No próprio deserto, havia trabalho e cooperação dos israelitas, e uma das provas disto foi o esmero na confecção do tabernáculo, com todos os seus mínimos detalhes; durante a conquista da terra prometida, cada israelita empenhou-se ao máximo, e na manutenção da terra conquistada, vemos a atividade de cada tribo em seu quinhão de terra.
Homens habilitavam-se à guerra, mulheres conservavam suas casas, e, se necessário, saíam ao comércio para vender a produção de azeite divinamente multiplicados, púrpura e afins. 
Reis trabalhavam nas conquistas nacionais, especializavam-se na arte da guerra para defenderem sua nação; sacerdotes e profetas trabalhavam em seus ofícios de transmissão e intercessão; levitas trabalhavam na exclusividade do serviço a Deus. 
O próprio Jesus, o Emanuel, tão presente, tão humano em seu tempo, além do ministério, exerceu o ofício da carpintaria, profissão herdada do pai terreno.
Os discípulos chamados à Causa Santa, no geral, estavam em suas ocupações quotidianas; Paulo, o Evangelista, também tecia suas tendas, que contribuíam com o seu sustento enquanto vivia a plenitude do seu Chamado.
Sim, o trabalho é bendito, é algo divino, no sentido de que vem de Deus, foi criado por Deus, e vivenciado pelo próprio Deus, que criou o mundo e tudo quanto nele há, e até hoje o mantém, dia após dia, em toda a sua complexidade.
Obviamente, ao longo da existência humana, o diabo vem tentando perverter o conceito do trabalho, sugestionando que esse escraviza, é insuportável e odioso. Lá no Egito, encontramos o povo de Deus sendo transformados em escravos, realizando uma atividade imposta, sob rancor, lançando palavras amaldiçoadoras e violentas, sem remuneração digna, numa total inversão do propósito do nosso Deus, que é o primeiro Obreiro, pois trabalha desde o Sempre. 
Até hoje, o trabalho é sinônimo pejorativo, é motivo de piadas, de chacota; trabalhadores são expostos a ridículos, a vulnerabilidade, a indignidade, como se fosse algo aviltante; a segunda-feira tem sido um dia maldito pra muitas pessoas, que não entendem que todos os dias são estabelecidos pelo Senhor, e somos convidados pelo Salmista a vivermos a alegria e o regozijo de cada um na sua potencialidade (Sl.118:24), e o trabalho está no contexto do dia. 
Nossas conquistas devem ser produto de nosso trabalho, de nosso investimento pessoal, de nossa concentração, do nosso coração aplicado. No Livro de Provérbios 22:29, o rei Salomão leva-nos a uma profunda reflexão sobre o resultado do trabalho: “Você vê um homem aplicado naquilo que faz? Entre os reis será colocado, e não entre a plebe”. Aristóteles, o grande filósofo entende a reflexão de Salomão ao afirmar: “O prazer no trabalho aperfeiçoa a obra”. 
O Reino de Deus precisa de pessoas íntegras que (também) expressarão sua gratidão e adoração em suas múltiplas atividades profissionais para a glória de Deus: são os profissionais que glorificarão o Nome de Jesus ao construírem um edifício ou estrada; ao dirigirem um meio de transporte, nos seus comércios, nas suas cozinhas, nos seus plantões médicos, nos seus tribunais, etc.
São advogados, farmacêuticos, enfermeiros, metalúrgicos, lavradores, políticos (honestos), professores, mecânicos, ascensoristas, serventes, jornalistas, recepcionistas, gente de todas as profissões e culturas, disponíveis ao Reino em suas atividades. 
São pessoas que buscam seus ideais, outros que usufruem de anos de investimento; gente que acorda cedo, pega condução, enfrenta trânsito, carrega “marmita” para economizar o “vale-refeição”, mas dão a sua contribuição a uma nação sempre tão em crise como o nosso Brasil – isso é contribuição para o Reino, quando propagam a esperança.
Gente que, em certos momentos, até exerce atividade naquilo que não sonhou, mas que faz do momento um degrau para alcançar o seu “topo”, e por tal motivo são pessoas tão aplicadas – reconhecem que esse é o melhor caminho para “chegar lá”, entendendo que “tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças” (Ec.9:10) é a receita do sucesso, mesmo quando se faz o que não se projetou/sonhou fazer. 
O Reino de Deus precisa de bons profissionais para que possam reproduzir dentre os do próprio Reino a motivação e a transmissão dos seus aprendizados. Exemplifico: marceneiros que abrirão suas oficinas para treinar jovens aprendizes que o desejem “para a glória de Deus”. Assim também o farão mecânicos e metalúrgicos. Serão professores que, ainda que informalmente, oferecerão aulas de reforço nas suas disciplinas para alunos que precisem de ajuda… enfim, falo de trabalhadores que entendem a importância de suas profissões para a sociedade e sonharão em formar outros profissionais, por amor. 
Este dia 1º de Maio é um dia de comemoração para todos os trabalhadores em todo o mundo. Nesta oportunidade, aproveito para honrar e motivar a todos os trabalhadores amigos do face, aos trabalhadores brasileiros e de forma muito especial, aos trabalhadores da nossa querida igreja, PIB TRINDADE, rogando ao nosso Deus que os faça prosperar em seus caminhos, em suas atividades e em tudo quanto venham a fazer para a glória de Deus, sempre.
 
Pastor Carlos Alberto
PIB Trindade