Feliz Natal!

Feliz Natal!

É quase Natal! Hora de arrumar a casa, hora de ir às compras, hora dos votos tradicionais de Feliz Natal, de sonhar com o “jantar do ano”… ou de refletir naquilo que estava acontecendo naquela primeira noite, no primeiro Natal.
O nascimento de Jesus, o Natal da Bíblia, não foi algo romântico com velas lindas, bolas douradas, doces, nozes , fitas e laços. Foi uma prova concreta de amor da parte de Deus Pai. Foi consequência da obediência, da auto-humilhação da parte do Deus Filho.
Ao encarnar-se, Jesus esvaziou – se a si mesmo… humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2:7-8).
Por causa disso, nossos festejos natalinos jamais deveriam esbanjar bens, dinheiro, orgulho, autossuficiência… Podemos sim, arrumar a casa, servir guloseimas tradicionais, trocar presentes. Mas a quem convidar, e por que motivo?
Foi o próprio Jesus (supostamente o centro dos nossos festejos) que ensinou como Ele compõe a lista de convidados para Sua ceia: “Vá rapidamente para as ruas e becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos, os mancos e obrigue –os a entrar para que minha casa fique cheia (Lc 14:21-23)! O que mudaria se decidíssemos agir assim neste Natal?
Nesta época do ano, mais vale lembrar as verdades fundamentais da fé cristã do que os votos tradicionais.

Pra. Leila de Cêa Cabral

 Feliz Natal!

É quase Natal! Hora de arrumar a casa, hora de ir às compras, hora dos votos tradicionais de Feliz Natal, de sonhar com o “jantar do ano”… ou de refletir naquilo que estava acontecendo naquela primeira noite, no primeiro Natal.

O nascimento de Jesus, o Natal da Bíblia, não foi algo romântico com velas lindas, bolas douradas, doces, nozes , fitas e laços. Foi uma prova concreta de amor da parte de Deus Pai. Foi  consequência da obediência, da auto-humilhação da parte do Deus Filho.

Ao  encarnar-se, Jesus esvaziou – se a si mesmo… humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2:7-8).

Por causa disso, nossos festejos natalinos jamais deveriam esbanjar bens, dinheiro, orgulho, autossuficiência… Podemos sim, arrumar a casa, servir guloseimas tradicionais, trocar presentes. Mas a quem convidar, e por que motivo?

Foi o próprio Jesus (supostamente o centro dos nossos festejos) que ensinou como Ele compõe a lista de convidados para Sua ceia: “Vá rapidamente para as ruas e becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos, os mancos e  obrigue –os a entrar para que  minha casa fique  cheia (Lc 14:21-23)! O que mudaria se decidíssemos agir assim neste Natal?

Nesta época do ano, mais vale lembrar as verdades fundamentais da fé cristã do que os votos tradicionais.

 

 

Pra. Leila de Cêa Cabral